segunda-feira, 4 de agosto de 2008

(poeminha para quando o amor está longe)

Quando o amor está longe,
Que interessante!
Parece que vai doer e assusta.
Quando o amor está longe,
Qual a surpresa!
Percebe que vai fingir e sente.

Quando o amor está longe,
Está longe de ser pequeno
Está longe de ser só vento.
É qualquer coisa de sonho
É qualquer coisa de riso.
Quando o amor está longe,
É maior a angústia da prova
É menor a distância da corda
No espaço que cala e sangra
No eterno vai-vem que cora
Quando o amor está longe.


4 comentários:

Anderson Cádor disse...

Lu,

se eu não me engano, é o primeiro poema que leio aqui desde que te conheço.

E gostei, com sinceridade.
Musical, passou o recado.

Invista na poesia!!!
Abraços, gaúcha...

Luciana F. disse...

Oi Cádor, não sei fazer poesia, na verdade. O fato é que pra mim funciona assim: baixa uma pomba-gira e sai...Tava com saudade do meu namorado e tava com um espírito meio bossa nova ontem, daí saiu isso....rsrsrsrsr....Mas não sei nada de métrica e coisas afins, vou de ouvido mesmo...Mas valeu, elogio vindo de vc é ouro...bjoss

GUNNER disse...

O namorado adorou!!! Lindo, como sempre e como tudo que tu fazes!!!

Luciana F. disse...

Tks, baby...miss u!